Hollywood é repetidamente inundada por apocalipses, robôs, meteoros, zumbis e de repente, quando ninguém imaginava, eles voltaram. Os vampiros.
Nunca eles estiveram em tamanha evidência no cenário do entretenimento, invadindo telas grandes e pequenas, prateleiras de livros e DVDs, downloads, roupas e acessórios. O The Hollywood Reporter fez um levantamento de quando dinheiro essa onde tem levantado para Hollywood e para indústria do entretenimento americano.
Nesta última chega, a paródia "Vampires Sucks" rendeu a Fox/New Regency 20 milhões de dólares, para True Blood foram 5 milhões de espectadores regulares na terceira temporada. Enquanto isso, Breaking Down de Stephenie Meyer e Dead and Gone de Charlaine Harris estão no topo das listas de best-sellers.
A saga Crepúsculo em dois anos arrecadou 7 bilhões de dólares com menos de dois anos de seu surgimento. O que começou com alguns mitos antigos, depois The Vampire, de John Polidori (1819) e Drácula de Bram Stoker (1887), transformou-se numa indústria inesgotável.
"Começou como uma simples criatura mitológica que preencheu nosso universo literário ao longo de séculos. Você pode criar uma história que tem tudo, romance, horror, ação, efeitos especiais, sexo, amor, desejo de realização, homens românticos, vilões sexies, donzelas em perigo, morte, monstros e finalmente o herói imperfeito que irá desistir de tudo para não passar a eternidade sozinho", diz Julie Plec, produtora executiva de The Vampire Diaries. "Não dá para ser mais universal do que isso".
Falemos em números.











