12.1.11
Aquele sobre The Cape
11.1.11
Midseason 2011: Lights Out (FX)
10.1.11
Eu, eu mesmo e… Glory Daze
Glory Daze foi a última série que eu existi em 2010. Mais exatamente na madrugada do dia 31. Te atualizando sobre o que estou falando, Glory Daze é uma série da TBS que mostra a vida de quatro calouros em uma universidade no Wisconsin durante os anos oitenta, dentro e fora de uma fraternidade.
Partindo do fato que a história é ambientada no mundo das universidades e fraternidades, jovens, sexo e rock'n roll, a série nos lembra os conceitos clássicos American Pie e seu antecessor Porky's e a atual Blue State Mountain e há um quê de Greek em certos momentos.
De um podo geral a série não acrescenta muita diferença de conceitos entre os exemplos citados acima, mais tem por diferença a época, os anos 80, que anteriormente na televisão foram contados por Freaks & Geeks, no longínquo ano de 1999 e mais atualmente e apesar de cancelada, bastante conhecida, Everybody's Hates Chris, desenterrando fitas cassete, pac-man e roupas coloridas (as originais).
Cougar Town e o exemplo de falta de planejamento
(Resoluções de Ano Novo: Abraçar nosso estúpido título e perder 2 quilos)
Cougar Town talvez seja o exemplo mais atual de falta de planejamento em uma série de TV e como qualquer coisa mal planejada os resultados são ruins.
O ano era 2009 e parecia que mulheres mais velhas e homens mais jovens seriam a tendência na comédia naquele ano, visto que pelo menos três séries com o tema estreitaram naquela Fall Season e Cougar Town era uma delas. Talvez a mais esperada não por sua premissa genial mas simplesmente por ser protagonizada por ex-Friends Courtney Cox que estava longe da TV desde o fatídico "Dirt" em 2003.
A série começou e não era lá grande coisa por suas situações comuns e nada originais que se pareciam muito com todas as outras produções que envolviam o tema e a atuação de Courtney como a quarentona-pagando-de-gatinha Jules não convenceu ao primeiro momento.
Mais Cougar Town tem um bom elenco e depois da primeira metade da primeira temporada a engrenagem pareceu entrar nos eixos e tanto a história como o desempenho dos atores, sozinhos e como grupo cresceu bastante e a história começou a tomar um rumo que ninguém esperava, ninguém mesmo, nem a produção da série, que viu a proposta inicial da série indo por água abaixo conforme aos personagens criavam um "grupo de bairro" e Jules deixava suas aventuras como garotões para engatar um romance muito bem vindo com Graysson, gerando muitas situações engraçadas com os demais e cenas mais "fofas" e "dramáticas" com seu ex-marido Bobby.
9.1.11
Spartacus: Sobre a reformulação, Gods of the Arena e a 2ª Temporada
Parece que a procura do novo protagonista está longe ter um fim. Quando Andy Whitfield teve que sair da série por motivo de saúde, uma outra saga começou nos bastidores, com a reformulação do gladiador-título.
Na sexta-feira passada, o presidente da Starz, Chris Albrecht, disse aos jornalistas na coletiva de imprensa da Television Critics Association que a rede tinha, definitivamente, decidido pela segunda temporada da série. Em uma entrevista no dia seguinte, Albrecht disse que um novo ator para o drama seria anunciado em algumas semanas e a a segunda temporada de Spartacus chegaria no inicio de 2012.
Segundo informações, há dois candidatos muito fortes para o papel e a segunda temporada já começaria a ser filmada em abril, na Nova Zelândia. O criador da série Steven DeKnight disse em uma entrevista que os produtores da série e os executivos da Starz não estavam 100% certos de que daria para seguir em frente sem Whitfield, que trouxe a gravidade e o coração para o papel do famoso guerreiro.
"É inédito reformular um personagem título de um programa de televisão e nos perguntamos muito se deveríamos tentar", disse DeKnight. "Então Andy disse: 'Eu realmente acho que a série deve seguir sem mim. Quero que a história seja contada.'"
O problema é, que mesmo com a benção de Whitfield, para nós, espectadores, será muito difícil ver outro num papel que se tornou tão dele. É como querer que nos acostumemos com House em Hugh Laurie ou Smallville sem Tom Welling. Enquanto isso não é resolvido, podemos ficar contentes (e muito) com Spartacus: Gods of the Arena, que gosto de chamar carinhosamente de GOTA, que durante seis semanas vão mostrar fatos anteriores a história de Spartacus: Sand and Blood.










