22.11.10

3 da manhã e outro post sobre The Big C

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O que dizer sem ser algo que eu já tinha dito antes? Sabe, no meu twitter, hoje à tarde eu escrevi que nunca havia me emocionado de verdade com qualquer outro episódio de série até assistir o último episódio da temporada de The Big C (e a série no geral) e isso é realmente significativo, porque até então eu só me lembrava de ficar triste com o final de Friends...

Enfim, o último episódio teve de tudo. O animado velório de Marlene e suas filhas que conseguiram em um curto espaço de tempo serem odiosas. Sean quem diria, vai ser pai e isso já está começando a mudar seu modo de viver. Pensando no futuro, vai ser muito divertido ver ele criando uma criança.

Adam, que era o personagem mais chato e insensível da história da televisão (ok, não de toda ela) protagonizou um das cenas mais bonitas do ano, ao encontrar todos os presentes que Cathy havia comprado para cada aniversário, cada natal, formatura e tudo quanto pudesse presentear seu filho ao longo dos anos que não estaria mais presente. Impossível assistir a uma cena daquelas sem se emocionar.

Cathy conseguiu a liberação para construir sua piscina...

O que dizer sem ser algo que eu já tenha dito antes?

15.11.10

The Big C: Produtora fala sobre Cathy, Marlene e a 2ª Temporada

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Cathy brincou com o diagnóstico de câncer durante a 1ª Temporada de The Big C e a trama da Showtime ficou mais obscura agora que se aproxima da sua season finale. No último episódio, Marlene (Phillis Somerville) mudou o rumo da série quando após uma perda de memória causada pelo Alzheimer, e acabou com sua própria vida.

O Hollywood Reporter falou com o produtora executiva da série Jenny Bicks sobre os impactos da morte de Marlene e o que vamos ver a partir da segunda temporada.

THR: Você escreveu o penúltimo episódio "Everything That Rises Must Converge", que pegou muitos telespectadores de surpresa. O que estava por trás da decisão de matar um personagem principal tão cedo na série?

Jenny: Sabíamos que íamos fazê-lo desde o início. Queríamos que fosse verdadeiro como a vida é. O show é sobre a vida e a morte e sim, Cathy pode estar morrendo, mais outras pessoas morrem todos os dias. Também senti como Marlene, para contar a história verdadeira. Seria um personagem que provavelmente tomaria a decisão que tomou porque sabia onde estava indo e o que ela disse para Paul, ela também não queria ser um fardo. Isso faz muito sentido para o personagem. O mais importante, nís queríamos ter algo que girava ao redor de Cathy. Olhamos para essa temporada como os diferentes estágios de sofrimento e que a primeira fase é a negação. Esta primeira temporada da série mostra Cathy enfrentam essa primeira fase.

30.10.10

3 da manhã e um post sobre The Big C

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The Big C... É uma série difícil de se comentar. Falar que é excelente é redundância e dizer que é perfeita pode ser considerado um "puxa-saquismo" da parte de quem fala. Contudo vou correr esse risco porque não é sempre que se tem uma série desse tipo. Na verdade, luto para me lembrar de algo que seja remotamente parecido com ela e das poucas coisas que eu já assisti na minha vida, quase nada se compara. Nem é uma comédia de 20 e poucos minutos, nem um drama de 45. The Big C é uma grande lição sobre tantas coisas.

Tamanha a genialidade por trás e na frente das câmeras conseguiram abordar um tema que amplamente abordado de um modo tão pesado e o transformar em um tema válido e até mesmo descontraído, provando que não há nenhum tema que não possa ser feito, e ser bom, se for bem pensado.

Talvez quem veja pelo primeiro momento possa achar sem graça. A série foi "vendida" como uma comédia, mais são tão poucas as cenas da comédia que estamos acostumados que é difícil rirmos das situações. É aí que muitos desistem da série ou a consideram fracas, por não conseguir entender que ela vai mais além. Entretanto, conforme vamos mergulhando no mundo de Cathy e começamos a entender seus desafios e medos, começamos a partilhar da mesma visão que ela tem sobre o mundo à sua volta e começamos a achar graça das coisas que normalmente não acharíamos. Não sei se os que veem partilham dessa opinião, mais eu sou complemente convencido dessa teoria.

The Big C não é uma série cheia de acontecimentos bombásticos, ou que nos deixa com olhos fixos para não perder nenhuma ação, mais nos deixa sim, estáticos para que possamos perceber as nuances e a delicadeza da série mesmo em momentos tão improváveis. E dá-lhe lições de vida. Há quem diga que não há nada para se aprender com filmes, séries ou qualquer coisa que seja voltada para o entretenimento. Não sei vocês mais eu sou uma pessoa sensível à pensamentos e discussões sobre o modo de vida e como gastamos nosso tempo e The Big C nos proporciona uma abordagem tão bonita sobre o tempo e o que fazemos com eles.

Gosto muito de ficções e séries que tem com objetivo simplesmente nos entreter, mais há aquelas que vão um pouco além disso e The Big C é a série responsável por isso no momento. Acho que ficou bem profundo e filosófico este post, ainda mais quando a maioria deles ao popular, se é que posso dizer assim.

Enfim, pray for me...

15.10.10

Resquícios da Summer TV; O fim e o começo de Haven


Se você procurar pelos posts entre junho e agosto vai perceber o quanto eu amei aqueles meses na questão de séries. Falei inúmeras vezes que seria difícil eu gostar mais da Fall Season se comparasse com ela e ainda não sei se mudei de opinião. Enfim, a a última série genuinamente estreiante na Summer TV chegou a fim recentemente. Haven, que começou como uma das séries mais estranhas que eu já tinha visto nos últimos tempos, terminou da mesma maneira, só que com um gostinho de quero mais que foi surpreendente.

Pessoas que controlam o clima, trazem para realidade seus sonhos, sombras que matam pessoas, animais empalhados que ganham vida... Isso foi só pequenos exemplos do que Haven mostrou na sua primeira temporada. A cidade e todas as suas perturbações foram uma boa companhia ao longo de 13 semanas, uns melhores do que os outros e um fim que ninguém poderia imaginar. Até o nono ou décimo episódio parecia que a série já havia mostrado seu receita. Audrey estava atrás de pistas sobres sua mãe e nesse meio tempo lidando com toda espécie de estranhezas que só Haven podia revelar.

Mais aí chega o episódio final, que, de tão estranho, foi uma reviravolta sem tamanho. Comparado com os finais das outras séries da Summer TV, em nenhuma houve tantos acontecimentos com importância igualitariamente alta em um episódio final. Nathan e a história de seus dois pais, Duke e sua procura sobre o significado da tatuagem e com sua vida em risco e finalmente Audrey que tinha em mente descobrir o passado de Lucy, terminou a temporada descobrindo que ela era Lucy e repetindo um cena bem famíliar.

Enfim, não poderia deixar passar o final de temporada da série e foi muito bom e agora é esperar para o ano que vem. Lembrando que Haven estreia no Brasil esse mês e se você não assistiu, assista, apesar de que você chegou até aqui já descobriu praticamente tudo sobre a série. Mas vai por mim, isso não é nada perto dos mistérios de Haven.

20.9.10

Covert Affairs: Resoluções Finais da Primeira Temporada

O que falar de Covert Affairs?
 
Depois da fantástica Season Finale de Rizolli & Isles é difícil dizer que qualquer outro final tenha sido bom. Covert Affairs não é mestre na arte de boas cenas de ação. Sejamos francos, apesar de certas cenas terem seu teor de emoção, a maioria delas são aparentemente forçadas e pouco espontâneas, mas as do episódio final foram um pouco piores que o padrão.
 
Houve muitos episódio muito bons durante toda a série, inclusive o penúltimo, que mais uma vez foi mais interessante do que o último em si. Senti, ao longo da temporada, que a série é muito boa na questão de lidar com as missões independentes em cada episódio, mais que deixou a desejar quando se tratou na história central, entre Annie e Ben, que apesar de permear toda a trama, geralmente eram coisas vagas e me pareceu meio estranho ele aparecer no nada para pedir ajuda da CIA em um missão. Talvez se a abordagem da história deles fosse um pouco mais intensa não tivesse passado essa impressão.
 
Antes que eu fale bem da série, preciso comentar sobre os efeitos que são utilizados nas cenas para "colocar os personagens em lugar onde eles não estão". Exemplo do 10º episódio, quando Annie conversa com Patricia na Inglaterra. Era perceptível a paisagem feita por computação gráfica. Seria mais válido apostar em lugares fechados do que utilizar espaços abertos mal-feitos.
Mas na questão geral a série teve seus destaques. Não poderia deixar de falar sobre Auggie, que é um dos meus, senão o, personagens preferidos. Também sobre Anne Dudek, que apesar de ter um personagem praticamente do elenco de apoio, aparece bem divertidinha quando tem oportunidade, como no 9º episódio, com o carinha iraniano.
 
Jai Wilcox, cujo interprete tem um nome impronunciavel e um daqueles que nem gosto, nem desgosto. Desnecessário. Joan começou chata e foi ficando bastante interessante. Nada verdade a maioria dos personagens, protagonista inclusive, melhoraram bastante, e ainda precisam se ajustar mais. A série não tem ainda uma caracteristica principal, entende. Não há nenhum elemento que a difere das outras séries com o mesmo estilo.
 
O "finale" não teve cara encerramento de temporada, deixou um baleado como gancho para próxima temporada, mas completamente sem emoção, porque como disse no começo, Ben Mercer não foi um personagem que apareceu o suficiente para que sua possível morte tenha alguma relevância. Lembrando que é minha opinião, mais aqueles que gostam dele devem ter achado horrível. Mais ansioso ficaria se Annie tivesse sido baleada... (Me lembre de Rizolli & Isles... perfeito...)
 
Enfim, mais uma série da Summer TV que chega ao fim e é um alívio porque é complicado conciliar essas com as da Fall e é muito episódio, muita coisa.
 
Enfim, não gostei muito do teor do post não, mais pelo adiantado da hora está ótimo! :)
 
Até!

17.9.10

Rizzoli & Isles: Bang, Bang, Bang e a Melhor Season Finale da Summer TV

Isso que é uma season finale!!!

Ficou a cargo da série que até antes de começar a assistir achei que seria completamente chata, a melhor season finale da Summer TV 2010. Rizzoli & Isles é uma daquelas histórias que te prendem do início ao fim, cheio de reviravoltas e muito carga dramática, ao estilo Grey's Anatomy (que pode ter todos os defeitos, mas sabe como fazer um final).

Na verdade, esse fim foi só a confirmação da uma série perfeita. Eu me lembro que quando eu vi o primeiro episódio eu pensei: "Nossa, como tem cara de Season Finale essa história" e por muitos episódio, mesmo naqueles mais perfeitos eu duvidava que conseguiriam fazer um episódio de encerramento que mantivesse o nível elevado da série.

A história das amigas Jane Rizzoli e Maura Isles teve todos os ingredientes de um bom drama policial que junto com o toque de humor das protagonistas envolve de uma forma que você nem sente o tempo passar. E é tão bom quando você pode olhar, no caso os 10 episódios da temporada, e não conseguir escolher os melhores porque todos foram melhores dentro da propósta que tinham.

Eu posso destacar o primeiro episódio, See One, Do One, Teach One, que mostrou bem as personagens e a história de Jane, que voltaria alguns episódios à frente. Sympathy for the Devil, outro que é pessoalmente um dos meus preferidos da série e no geral com as outras séries, que lidou com o assassinato de um garoto, que foi ao primeiramente ligado a um culto africano, depois de uma reviravolta o pai dele era o culpado. I Kissed a Girl foi divertido. Jane se passando por lésbica, Maura encarnando uma garçonete sexy. Foi um dos episódios onde houve um toque maior de comédia. O episódio seguinte foi um daqueles intensos, Born to Run mostrou a difícil missão de se encontrar um assassino no meio da multidão de um maratona. Destaque para cena "fofa" entre Jane e Maura no final do episódio.

The Beast in Me foi especial. No começo da série eu até cometei que era mais Rizzoli do que Isles, mas o 9º episódio foi inteiramente voltado para Maura e sua história foi fantástica. Filha de um mafioso, lidando com o que ela é e o que poderia ter sido. O interessante é que numa fração de segundo acontece alguma coisa bombástica e você se pergunta: "Meu Deus, como aconteceu isso!". Sorte que podemos "voltar a fita" e ver de novo.

E finalmente When the Gun Goes Bang, Bang, Bang. Frankie à beira da morte, Maura com a vida nas mãos, Jane completamente desesperada e no final do episódio, também a beira da morte. Suspense, mistério, traições. Isso só confirma o que a TNT e todos que acompanham a série já sabem. Rizzoli & Isles é definitvamente uma das melhores séries de 2010 e dizer isso num ano que já passaram grande coisas e estamos as vésperas de novas séries é realmente incrível.

A série termina com aqueles ganchos de tirar o fôlego. Câmera lenta, seguindo os movimentos, um tiro e o tempo para. Vai demorar um ano até que ele volte a andar. Mas enquanto não sabemos o que nos espera, posso ficar com a certeza que essa foi a melhor Season Finale da Summer TV. Ponto.

Até!

16.9.10

Eu, eu mesmo e... White Collar


Eu já falei sobre isso algumas vezes, mais nunca em um post completamente relacionando como este. No ano passado eu meio que acompanhei os acontecimentos anteriores a estréia de White Collar. Isso significa ver notícias, fotos, traillers. Mais finalmente quanto a série começou eu simplesmente a ignorei. Foram várias tentativas para assistir ao piloto, mais sempre tinha preguiça ou outra série que eu preferia ver à WC.

Mas depois de True Blood, eu decidi que seria vez de por em dia White Collar e a pouco mais de dois meses, eu acho, comecei a assistir a série e não demorou muito para eu gostar e querer assistir mais e mais.
Bem, mas quando eu assisto várias temporadas em sequência, sem intervalos, é como se a história não tivesse parado, que simplesmente era mais um episódio da mesma temporada. Entende. Quando eu terminei de ver a primeira temporada a segunda já havia começado e como a história continuava com  a mesma linha da temporada passada, foi como se tudo fosse a mesma coisa.

Enfim, hoje eu assisti ao Summer Finale, o fim da primeira parte da série, e agora sim vai ser divertido, porque terá um intervalo de um ano até que ela volta e aí sim vai parecer uma nova temporada.

Mas falando um pouco da série, não é que ela seja ótima. Confesso que depois de vinte e poucos episódios seguidos você se cansa um pouco, mais WC tem tantos pontos interessantes. Os personagens são claramente caricatos, levado à fundo dentro do esteriótipo. Neal é o bandido perfeito, Peter é o agente número 1, Mozzie é um gênio e todos os sentidos, Elizabeth é a esposa dedicada e compreensiva. Mas o que poderia ser extremamente tediante, funcionou muito bem e todos os personagens, maravilhosamente interpretados por ótimos atores, se completaram de um forma interessantíssima.

White Collar apareceu para mim num momento em que as séries policiais, de investigação e espionagem afloraram. Eu era fã do gênero médico e para não dizer que eu não via nada policial, tinha CSI, Cold Case, Law & Order, mas só episódios esporádicos. Em 2010, devido a tantas séries do estilo que já vieram e estão vindo, eu me vi diante de um "novo mundo" que eu estou gostando em demasia.
Fiquei com tanta pena do Mozzie... Coitado! Mas diferentemente da temporada passada, eu vou ter que esperar e respiro de alívio por isso!

Até!

Rookie Blue: De qualquer forma, muito MUITO bom

- Ótimo de qualquer maneira...

Rookie Blue foi uma das melhores entre as melhores séries da Midseason 2010. Cada episódio, os personagens, a trilha sonora. Tudo incrivelmente junto formando uma série coesa, quase sem falhas ao meu ver.

Bem, eu preciso falar sobre a disposição dos episódios. "In Blue" e "Takedown" foram os dois últimos episódios da temporada e ao mesmo tempo entrou para o hall dos melhores da série. Só que, o 12º, In Blue, teve muito mais cara de Season Finale do que a própria Season Finale.

Sabe, tenho reparado que quanto mais eu gosto de uma série, mais é dificil se falar nela, sem cair na repetição de elogios e coisas do tipo. Por isso que gostando de Rookie Blue tão "profundamente" nunca falei tanto dela aqui e quando falava era sempre para dizer que estava adorando. Experimente ir atrás dos post sobre a série para você vê!

14.9.10

True Blood: Fadas, Bruxos e a Season Finale


A primeira coisa que eu pensei quando True Blood acabou foi: "Graças a Deus não teve um gancho tão urgente de se ver como nos anos anteriores". Em seguida pensei "Porque o episódio não foi como nos anos anteriores?

Acho que depois de uma fase elogiando tudo e todos eu entrei numa fase crítica e chata e nem eu estou gostando de mim deste jeito. Até porque quando eu não falo bem de uma série e vejo todos falando bem (ou vice-versa) e fico imaginando se eu que estou errado em achar aquilo ou se os outros que estão cegos. Um momento recente disso foi sobre o retorno de The Vampire Diaries que parece que o mundo adorou e eu não achei tão legal assim. Quer apostar quanto que se eu tivesse gostado o mundo odiaria?
Enfim, voltando ao foco... 

9.9.10

Louie: "God", "Gym" e "Night Out" (Season Finale)

Eu comecei a assistir Louie durante uma fase que eu não tinha muitas séries para ver e acontecesse que o número foi crescendo e as preferências também e diante disso a comédia da FX ficou um pouco de lado.

Apesar disso, os episódios foram sempre divertidíssimos, daqueles de dar gargalhadas. Pelo menos os oito primeiros. Eu assisti poucas comédias no começo do ano. Um, porque não estreiaram muitas séries de comédia no começo do ano e dois, as séries já existeriam iriam requerer um tempo para por os episódios em dia que eu não tinha.

6.9.10

Summer TV: Encerramento

Bem, com a Fall Season se iniciando amanhã, é tempo de encerrar a Summer TV, ou Midseason como queiram. De fato esta é uma época que para muitos significa a falta de suas séries preferidas, meses amargos de reprises e ansiedade. Bem, por dois anos eu pensei assim também, como seu eu não pudesse fazer ou ver nada até que chegasse setembro.
Elka não está muito feliz, mais ela volta ano quem vem!

Mas eis que chegou 2010 e tudo mudou.

Se antes eu só poderia esperar algo bom quando Setembro chegasse, bem, esse tempo definitivamente passou e mesmo correndo o risco de ser precipitado, em se tratando de coisas novas, acho um pouco difícil eu gostar tanto quando eu gostei das séries deste primeiro semestre do ano.

A primeira série da Midseason que eu assistir "oficialmente" foi Romantically Challenged. Cancelada após quatro episódios, mais eu não posso dizer que achei ela chata. Defendi até bastante ela. Seguindo a mesma linha, 100 Questions, que foi tão divertidinha. Alguns dizem que foi cancelada, outros que a temporada foi curta mesmo e que ela volta. Prefiro ouvir a segunda opinião.

3.9.10

True Blood e a Morna Terceira Temporada

Excesso de personagens, storylines chatas e perda do foco central. Alguns dos fatores da mornidão da temporada



 Parece que foi ontem que eu estava super ansioso pela estreia de True Blood e parece que foi anteontem que eu decidi por assistir as duas temporadas anteriores da série e agora a 3ª Temporada de Sookie e companhia já está chegando ao fim.

Engraçado que ao mesmo tempo que a temporada não tem sido a melhor comparada as outras, é muito difícil falar mal de True Blood, porque mesmo no trivial ele consegue ser muito bom. Até em cenas que temos a ligeira sensação de que já vimos antes, ele consegue ser surpreendente.

Entretanto, é preciso falar que a 3ª Temporada foi superestimada. Promos, teasers, posters, toda a expectativa de continuar a história que havia terminado de uma forma apoteotica, promesas de um temporada mais densa, com mais sexo. Como já disse, não foi ruim, mais foi menos do que foi dito.

Summer TV: Meus Episódios Preferidos


Quando baixamos as séries, geralmente elas vem com nomes de arquivos abreviados e tal e nem sempre as legendas vem com os títulos do episódios então eu quase numa sei o nome deles. Eu sempre me refiro a eles falando alguma coisa que os caracterizaram e tal. E aproveitando os últimos dias dessa temporada de séries, é hora de ir fechando os assuntos ligados a ela e por isso fiz uma breve pesquisa eu consegui os nomes dos meus 15 (seriam 10 mais sou muito indeciso e tive que colocar mais "uns") episódios favoritos da Summer TV.
               
Obs.: Não é um ranking, a numeração é só uma forma de organição, o que signfica que o que está com número 1 e o que está com o número 15 são equivalentes na minha preferência.

1.9.10

Persons Unknown: Dúvidas, perguntas e frustações


Esta tarde eu assisti ao dois últimos episódios de Persons Unknown e só agora eu pude falar sobre assunto sem parecer um doido, como aconteceu em Mercy e Kings. O fato é que quando tudo acabou eu fiquei bastante indignado com o fim e descontei um pouco da frustação no Twitter mas com o passar das horas e com vários comentários lidos e discutidos na comunidade do Orkut da série eu pude colocar meus pensamentos no lugar em relação aos dois episódios e ao destino da série e são vários fatores à considerar e vamos a eles.

31.8.10

Hot In Cleveland: Primeira Temporada (Resumo) |Update

A poucos minutos atrás eu assisti ao final da temporada de Hot In Cleveland e esta é sem dúvidas a melhor comédia que eu assisti na primeira metade do ano. Bem, ainda que eu só tenha assistido duas (a outra era Louie), tem certeza que Hot ainda seria a melhor e não é somente pelo fato da Betty White, apesar de ser a grande jogada da série, mais também as outras três personagens/atrizes fantásticas Valeria Bertinelli, Jane Leeves e Wendie Malick.


Este será uma pequeno review sobre os 10 episódios que compõe a primeira tempora e queira Deus que eu tenha a memória para lembrar de todos eles.

Hot In Cleveland

Simplesmente porque não consigo me conter

Não aguentei! Tive que escrever nem que fosse uma linha. Não é todo dia que eu fico tão animado assim com um episódio de uma série e se você nunca viu The Pillars of the Earth ou se viu e não achou grande coisa (você é doido) pode parecer exagero, mais sabe o que é estar muuuuuuuuuito contente com algo? Tanto ao ponto de não conseguir dormir.
 

Quem não tem uma "relação afetiva" com séries pode não entender, mas quem gosta com certeza já ficou assim com uma episódio de tirar o fôlego. Olha que essa série eu conheci este ano, só teve 8 episódios e para falar verdade eu nunca fiquei tão assim com nenhuma série (só com True Blood, House e The Vampire Diaries... eu acho).
 

Enfim, eu vou falar sobre o episódio e tudo mais amanhã. Esse foi um post simplesmente para eu extravazar um pouco da única forma possível até porque ninguém que eu conheço entenderia a euforia às 02:40 da manhã.
 

Até!

26.8.10

Deixados pra trás: O que deixei de ver na MidSeason

 É, quanto mais falamos que a Fall Season está chegando, significa que mais um midseason está indo embora. Para grande parte das pessoas, ou para a maioria delas tanto faz, porque os shows mais populares e tudo que as pessoas mais gostam voltam nessa época.

Entretanto os meses de maio à agosto no quesito séries, para mim, foi muito feliz. Teve a volta de True Blood e White Collar, conheci Rookie Blue, Hot In Cleveland, Covert Affair e outras tantas séries que se tornaram “queridinhas”.

Mas… como nem tudo são flores, houve aquelas, é mas uma vez ouso dizer que serão menos que a da Fall Season, que eu nem cheguei a ver ou desisti pelo caminho, considerando os mais diversos motivos para isso. Enfim, chega de papo furado e vamos a elas.


24.8.10

Entrevista: Emily Rose fala sobre sua personagem Audrey e os mistérios de Haven

Que HAVEN é a série mais louca da temporada, não se tem dúvidas. De alimentos que se estragam em fração de segundos diante dos olhos dos moradores, estradas se dividem em ao meio sem motivo aparente e animais empalhados voltam à vida para matar seus assassinos, é difícil imaginar o que vem por aí e mais dificil ainda imaginar o que não pode virar história nessa série.
 
Afim de descobrir um pouco mais de Haven, a If Magazine entrevistou Emily Rose, que dá vida à agente Audrey Parker que vai a pequena cidade de Haven, Maine, atrás de um fugitivo e se vê diante dos mais loucos mistérios e o mais importante, uma ligação que pode explicar a sua própria história.

18.8.10

The Big C: Será que o melhor foi deixado para o final?

A história é original, mais nada fácil. É com a luta de uma mulher contra o câncer que a Showtime encerra as estreias da Midseason e com quebra de recorde.

No horário das 10:30, The Big C levou pra frente da TV, 1.150.000 espectadores e se tornou a melhor estréia da rede em oito anos. Outro fato relevante é que o piloto foi disponível na Internet algumas semanas antes da estréia oficial, que aconteceu segunda-feira. Contadas as exibições online, a série obteve 1.6 milhões de visualizações do site.

Na soma de ambos, mais de 2 milhões de pessoas já assistiram oficialmente o primeiro epispódio. Outra série que veio forte na estreia foi Weeds. Sua sexta temporada foi acompanhada por 1.260.000 espectadores.

Alguém chuta os números de Dexter?

Enfim, depois das grandes séries dessa Summer TV, será que o melhor foi guardado para o final?

11.8.10

Eu, eu mesmo e... The Pillars of the Earth

A alguns dias, pelo menos um mês, acreditou eu, que estou esperando a oportunidade perfeita para falar desta minissérie e não sei que a transliteração do que penso dela para o post será tão preciso e fiel quanto eu gostaria.

The Pillars of The Earth é uma das melhores coisas que eu vi neste começo de ano e acho que será concerteza uma das melhores coisas que eu vi em 2010. Se o canal Starz foi feliz com a adptação de Spartacus, ao meu ver, a rede foi infinitamente melhor com a versão do livro de Ken Follet que soube prefeitamente montar uma história tão rica tanto nos grandes quanto nos pequenos detalhes e graças a isso, pudemos ter essa versão para TV que nos leva a viver tão claramente a Idade Media e todas as tramas envolvidas entre reis, padres e componeses.